Em sangue cresço novo
morro vivo ... sò o silêncio
è sagrado violentíssimo ágil
e antigo nada mais forte nada
mais inocente que manter e sentir
o anonimato no pleno exercício
do amor ... denso o ècran duro
da cal o sem abrigo o rouxinol
o assustar - me o pardal ....

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