quinta-feira, 15 de abril de 2021

Alejandra Pirzanik

 Sei  gritar atè de madrugada

quando a morte  se pôe nua

na minha sombra ... choro

debaixo do meu nome

abano lenços na noite e barcos

sedentos de realidade bailam

comigo escondo cravos para

escarnecer dos meus sonhos

enfermos là fora há sol

visto - me de cinzas ...


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