Sei gritar atè de madrugada
quando a morte se pôe nua
na minha sombra ... choro
debaixo do meu nome
abano lenços na noite e barcos
sedentos de realidade bailam
comigo escondo cravos para
escarnecer dos meus sonhos
enfermos là fora há sol
visto - me de cinzas ...

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