com o teu sangue a tua voz e a voz do
tempo prisioneiro do seu próprio
sofrimento neste poço de carne
e agonia aquele que tacteando busca
o dia o teu rosto flor no tempo e transforma
o seu áspero tormento num cântico de alegria
e cego surdo e mudo assim proclamo o amor
seu voo a viva chama que irrompe a cada sílaba
que dizes vê - lo - as meu amor enfim voltar antes
que chegue o fim sùbito mar coroado de sol e raìzes

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