Um sò cristal nele o brilho múltiplo da razão
brilha arrebata rodìgios de silêncio nas palavras
que pulsam latejantes como diamantes em delírio
de luz cor fogo e dor numa combustão lenta de ternura
o universo vago da ausência è rito de exorcismo inacabado
por dentro mesmo do sonho verde como se o destino se afirmasse
num fulgurante rumo de lucidez paz na incrível nudez da matéria
projectada no rosto indelével da vitória sinto - me sem nunca ter a
certeza e fico dia e noite a tua espera ...

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