desse canto um vibrante acento talvez uma
rude mais apaixonante estrofe do cancioneiro
deste tempo que não ouviram elegias cantando
as desgraças sofridas ou os amigos mortos na estrada
mas nem que o berro amassado em suor e sangue se começou a moldar o rosto épico do futuro silêncio a ouvir tantos nomes a saudade dos que partiram para não mais voltar tantos nomes não vou dormir com estas
lágrimas outra vez irei dormir com estas lágrimas o silêncio
a essência são ventrais arrastando os nossos corações è o tsunami
impiedoso arrastando o nosso amor são as mãos vazias cheias do nada
em promessas ilusórias è o tsunami arrastando impiedosamente os nossos
tesouros ao mar levando consigo a coroa do nosso tesouro a preciosa coroa
do nosso amor ...

Sem comentários:
Enviar um comentário