quinta-feira, 22 de abril de 2021

Fragilidade

estilhaço de vento  eu mar de sùbito

a fragilidade do ser falésia ao fundo

não sei o que vejo dizem que è o mar

nos olhos dela ou nas mãos ásperas

de rasgar a morte todas as madrugadas

em que a praia è uma ausência o mar

quase intocável a um palmo do meu rosto

e o horizonte tão leve no delírio dos meus dedos
 

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