sábado, 24 de abril de 2021

hoje

hoje mais do que nunca

 fujo de mim em ti por

 não saber de ti fugir de mim

 agora agarrar a manhã no sol

 que desaponta o teu olhar e 

parto na vertigem do regresso

no trilho da flor cujo a frescura

o orvalho das minhas mãos vivifica

ou mortifica se não for meu coração

o jardim que procuras para morar

 

Sem comentários:

Enviar um comentário

busco o halo azul

da nossa alma na prevalência eterna dos teus lábios  e nos próximos deslumbramentos resplandecem mirados de pétalas na profusão mágica do re...