fujo de mim em ti por
não saber de ti fugir de mim
agora agarrar a manhã no sol
que desaponta o teu olhar e
parto na vertigem do regresso
no trilho da flor cujo a frescura
o orvalho das minhas mãos vivifica
ou mortifica se não for meu coração
o jardim que procuras para morar

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