onde o néon a fingir de sol e os seus
deuses de autoclismo se me atrevo a
olhar e a dizer è pela sua sombra
unidade tão suave ao nosso nome
longe na chuva a nossa memória
pelo seu rosto que ardendo no meu
poema disperso forçosamente um
perfume de uma amada desaparecer
pediu - me o escuro sob uma negra
solidão a mexer o meu coração corri
de olhos vendados para alcançar algo
doce entre sonhos amargurados

Sem comentários:
Enviar um comentário