que nòs guardamos latente no cofre
do silêncio reticente de sentidos por
ser nuvem do sol do contacto e suster
no peito que pulsa impaciente a tal
melodia que não desmente a luz
multicolor de te viver e a palavra
que tão bem sabemos feita por nòs clausura
que tecemos para que viva feroz e decidida
indelével no sulco que nos dita ser o rumo do sonho
ou da desdita a senda da vitória nesta vida

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