duma noite sem sentido sob o sol
sem luz do teu ser perdido que no
peito devia crepitar na calma prateada
do luar estando sem estar sò dividido
já tão cheio de frio que despido projecta
no espaço o seu gritar acredito no eco
suplicante porque sei ser teu uivo delirante
irrompendo febril de sob a terra por não seres
ave migratória que serás se rumares à Vitória da
primeira luz que de nòs emperra

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