não fora o lugar de já ter sido sem se
deter mais que na dor de ter sentido
sem sentido algum o fulgor distante
da lua que se alcança e se oculta nos
contornos de sombra dos gestos despertos
na consciência ausente atè ao dia em que a noite
se apague na rèstea de luar que sempre brilha para
là da balbuciante substância para além da oscilante
devaneio como do barco que baloiça sem leme sem
remos nem velas na superfície verde e transparente
dum lago de montanha

Sem comentários:
Enviar um comentário