por continuar a ser o que ainda não ès
terás sido alguma vez comigo livre de ti
teràs apagado a noite na comunhão dos
corpos que voaram imateriais como o fogo
que não agarramos mais queima não nunca
poderemos gritar vitória se fecharmos os olhos
à luz multicolor que a tua água traçou no horizonte
na forma de um anel mágico cujo brilho exuberante
se sobrepõe à derrota cronológica biológica tão sem lógica

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