sexta-feira, 23 de abril de 2021

vitòria

quem me livra de mim de quem sou 

por continuar a ser o que ainda não ès 

terás sido alguma vez comigo livre de ti

teràs apagado a  noite na comunhão dos

 corpos que voaram imateriais como o fogo
 que não agarramos mais queima não nunca 

poderemos gritar vitória se fecharmos os olhos

à luz multicolor que a tua água traçou no horizonte

na forma de um anel mágico cujo brilho exuberante

se sobrepõe à derrota cronológica biológica tão sem lógica

Sem comentários:

Enviar um comentário

busco o halo azul

da nossa alma na prevalência eterna dos teus lábios  e nos próximos deslumbramentos resplandecem mirados de pétalas na profusão mágica do re...